Comandos básicos do Linux explicados em detalhes

Última atualização: 14 de abril de 2026
  • Aprenda a navegar pelo sistema de arquivos com os comandos ls, cd e pwd e a gerenciar pastas com os comandos mkdir, rm e cp.
  • Domine a visualização e a busca em arquivos de texto usando cat, less, grep, sed, awk e find.
  • Controle permissões, processos e rede com chmod, chown, ps, top, htop, ping, ip e ss em ambientes de servidor.
  • Instale e atualize softwares com o apt, use tar/zip, wget e scp, e automatize tarefas combinando comandos e redirecionamentos.
comandos básicos do linux

Seja você um profissional de servidores, desenvolvedor web ou simplesmente alguém que deseja aproveitar ao máximo seu PC, este é o lugar certo.Cedo ou tarde, você vai acabar no terminal do Linux. E lá, ou você conhece os comandos básicos, ou fica olhando para o cursor piscando, sem saber bem o que fazer. A boa notícia é que você não precisa memorizar centenas de comandos: dominar um conjunto sólido de comandos vai cobrir 90% das suas tarefas diárias.

Neste guia você encontrará Uma coleção unificada e muito completa de comandos básicos do Linux., combinando o melhor de vários guias de referência: gerenciamento de arquivos, processos, rede, pacotes, permissões, automação… Tudo explicado em espanhol da Espanha, com exemplos reais de administração de servidores, hospedagem e trabalho local, e organizado para que você possa usá-lo como um guia de consulta rápida quando precisar.

comandos básicos do Linux

O que são comandos Linux e por que eles são tão importantes?

Un Um comando Linux é um programa ou utilitário que é executado a partir da linha de comando.Em vez de clicar em botões, você digita o nome do comando, opcionalmente alguns parâmetros. opções (ou sinalizadores) e um ou mais argumentos tais como caminhos de arquivos, padrões ou nomes de serviços.

A ideia é simples: O terminal é uma interface de texto muito eficiente.Executar tarefas com um único clique é ótimo, mas encadear comandos, automatizar backups com o cron, analisar grandes volumes de logs com filtros ou gerenciar um servidor remoto via SSH é infinitamente mais conveniente digitando alguns comandos do que se debatendo com menus gráficos.

Em praticamente qualquer distribuição moderna (Ubuntu, Debian, CentOS, Fedora, Arch, etc.), você abrirá um terminal com Ctrl + Alt + T ou pesquisando por “Terminal” no menu de aplicativos. Em um servidor, o procedimento usual é Faça login via SSH do seu computador local.

Comandos essenciais de navegação em diretórios

A primeira coisa que você precisa dominar é como navegando pelo sistema de arquivosSaber onde você está, o que há em cada lugar e como alternar rapidamente entre pastas.

ls: lista arquivos e diretórios

Comando ls Exibe o conteúdo do diretório atual (ou do caminho especificado). É um dos comandos que você usará com mais frequência:

  • ls – Lista os arquivos e pastas visíveis no diretório atual.
  • ls -l – Exibe detalhes: permissões, proprietário, tamanho, data.
  • ls -a – Inclui arquivos ocultos (aqueles que começam com um ponto).
  • ls -lh – Assim como -lmas com tamanhos legíveis (K, M, G).
  • ls -lah – Combina tamanhos longos, ocultos e legíveis.
  • ls -R – Listagem recursiva de subdiretórios.
  • ls -t – Ordenar por data de modificação.
  • ls -S – Ordenar por tamanho.

Em servidores web, é comum fazer algo como ls -lah /var/www/html Para visualizar todos os arquivos do projeto, incluindo arquivos de configuração ocultos como .htaccess ou a pasta .git.

senha: saiba em qual pasta você está.

Quando você fica mudando de rota várias vezes por um tempo, é muito fácil se perder. Com pwd (imprimir diretório de trabalho) você obtém o caminho completo do diretório atual, por exemplo:

/home/usuario/proyectos/mi-sitio

É especialmente útil em Scripts, quando você precisa saber onde está para trabalhar com rotas relativas com segurança.

cd: mudar de diretório

Para navegar pelo sistema de arquivos, você usa cd (mudar diretório). Algumas variações essenciais:

  • cd /ruta/completa – Está seguindo um caminho totalmente descontrolado.
  • cd carpeta – Insira uma pasta relativa ao diretório atual.
  • cd ~ – Ir para diretório pessoal do usuário.
  • cd - – Retornar ao diretório anterior (muito útil, parece bobagem até você usar).
  • cd .. – Subir um nível na hierarquia.
  • cd ../.. – Suba dois níveis e assim por diante.

Se você trabalha com hospedagem Linux, vai se cansar de usar... cd /var/www/html ou caminhos semelhantes para acessar o diretório raiz do seu site.

Comandos básicos para arquivos e diretórios

Depois de dominar os movimentos, é hora de aprender a... Criar, copiar, excluir e visualizar arquivos e pastas.Isso acontece todos os dias, tanto em um PC quanto em um VPS.

mkdir e rmdir: criando e excluindo diretórios vazios

Com mkdir Você cria novas pastas. Ele suporta múltiplos caminhos simultaneamente e possui opções muito práticas:

  • mkdir nuevo_directorio – Crie uma pasta simples.
  • mkdir dir1 dir2 – Crie vários de uma só vez.
  • mkdir -p padre/hijo/nieto – Crie uma estrutura aninhada completa, sem reclamar se parte dela já existir.
  • mkdir -m 755 carpeta_web – Crie a pasta com permissões específicas.

Um padrão típico ao configurar um projeto é algo como isto: mkdir -p /var/www/mi-sitio/{public_html,logs,backups} Para que tudo fique organizado desde o primeiro minuto.

Para excluir diretórios vazios, existe rmdir:

  • rmdir carpeta_vacia – Exclua uma pasta desde que ela esteja vazia.
  • rmdir -p dir1/dir2/dir3 – Remova toda a cadeia se todos os níveis estiverem vazios.

Se o diretório contiver conteúdo, você precisará usar rm -ro que veremos em breve.

toque: crie arquivos vazios ou atualize datas

Comando touch É usado principalmente para criar arquivos vazios ou atualize a data de modificação sem alterar o conteúdo:

  • touch archivo.txt – Crie o arquivo se ele não existir.
  • touch archivo1 archivo2 – Crie vários de uma só vez.
  • touch -t 202501010000 archivo.txt – Forçar um carimbo de data/hora específico.

É muito conveniente para gerar arquivos de configuração ou espaços reservados tipo touch .env o touch index.html.

rm: apague arquivos (e diretórios) com cuidado.

Com rm Você pode excluir arquivos e, com as opções corretas, árvores de diretórios. Não há lixeira.Se você cometer um erro, recuperar o que perdeu pode ser complicado ou impossível.

  • rm archivo.txt – Apagar um arquivo.
  • rm archivo1 archivo2 – Apague vários.
  • rm -i archivo.txt – Peça confirmação, ideal enquanto você está aprendendo.
  • rm -r carpeta – Exclui recursivamente uma pasta e todo o seu conteúdo.
  • rm -rf carpeta – Forçar exclusão recursiva sem perguntar; Use somente quando tiver absoluta certeza do que está fazendo..
  • rm *.tmp – Exclua todos os arquivos com essa extensão no diretório atual.
  NixOS Linux Avançado: A distribuição declarativa para usuários exigentes

Combinações como rm -rf / ou similares são soluções rápidas para tornar um sistema inutilizável, então Tenha cuidado ao misturar RM e RF com rotas gerais ou curinga..

cp e mv: copiar, mover e renomear

Para duplicar arquivos, você usa cp E para mover ou renomear, você usa mvEntre vocês dois, conseguem lidar com qualquer reorganização de arquivos.

Alguns usos típicos de cp:

  • cp origen.txt destino.txt – Copiar um arquivo.
  • cp archivo.txt /otra/ruta/ – Copiar para outro diretório.
  • cp -i archivo.txt copia.txt – Pergunte antes de bater.
  • cp -p archivo.txt backup.txt – Guarde as licenças, o nome do proprietário e a data.
  • cp -r carpeta_origen carpeta_destino – Cópia recursiva de um diretório.

Para cópias integrais de sites, algo assim é muito comum. cp -rp /var/www/html /backup/html-$(date +%Y%m%d), o que deixa um backup desatualizado mantendo as permissões e a propriedade.

Com mv Você pode mover e renomear:

  • mv archivo.txt nuevo_nombre.txt – Renomear.
  • mv archivo.txt /otra/ruta/ – Mova-o.
  • mv directorio nuevo_nombre – Renomear uma pasta.
  • mv *.log /var/log/backups/ – Realocar todos os troncos.

Um padrão comumente usado na implantação de projetos é mv sitio-nuevo/* /var/www/html/ Substituir a versão antiga do site pela nova.

gato, menos, cabeça e cauda: ver conteúdo do arquivo

Para inspecionar o conteúdo de um arquivo de texto, você tem diversas ferramentas, cada uma com suas próprias vantagens.

  • cat archivo.txt Exibe o arquivo inteiro no terminal. Ideal para arquivos pequenos ou concatenar vários: cat archivo1 archivo2.
  • less archivo.log serve para arquivos grandesporque permite navegar página por página, pesquisar (/texto), vá e volte e saia com q.
  • head archivo Por padrão, exibe as 10 primeiras linhas; com head -n 50 Você escolhe a quantidade.
  • tail archivo Mostra as últimas linhas; com tail -f archivo.log Você pode ver como o registro é atualizado em tempo real, o que é muito útil enquanto você está reproduzindo um erro no site.

Na depuração de servidores web, você verá constantemente combinações como tail -f /var/log/nginx/error.log o less /var/log/apache2/access.log Para entender o que está acontecendo.

Comandos para pesquisar arquivos e texto

À medida que o sistema cresce e se enche de projetos, registros e configurações, torna-se crucial saber localizar arquivos e sequências de texto rapidamente.

Encontrar e localizar: procure arquivos por nome, tamanho ou data.

Comando find Ele examina o sistema de arquivos e permite pesquisar por nome, tipo, tamanho, data de modificação, etc., e até mesmo agir de acordo com os resultados.:

  • find /ruta -name "nombre_archivo" – Pesquisar pelo nome exato.
  • find /var/www -name "*.php" – Localize todos os arquivos PHP nessa área.
  • find /home -type f -size +100M – Arquivos maiores que 100 MB.
  • find /var/log -mtime -7 – Arquivos modificados nos últimos 7 dias.
  • find . -name "*.tmp" -delete – Procure e exclua arquivos temporários.
  • find /var/www -type f -exec chmod 644 {} \; – Ajuste as permissões para todos os arquivos.

Por sua parte, o locate puxar um banco de dados indexadoPortanto, é muito mais rápido para buscas simples por nome:

  • locate nombre_archivo
  • locate -i "*.php" – Ignora maiúsculas/minúsculas.
  • sudo updatedb – Atualizar o índice (importante em servidores).

A desvantagem de localizar Ele não vê arquivos recém-criados até que o banco de dados seja atualizado, enquanto find Sempre observe o sistema real.

grep, sed e awk: pesquisar, filtrar e transformar texto

Para trabalhar com logs, configurações ou qualquer texto simples, os melhores são grep, sed y awk.

  • grep Procure por linhas que correspondam a um padrão:
    grep "ERROR" /var/log/apache2/error.log
    grep -i "texto" archivo.txt – Ignore as letras maiúsculas.
    grep -r "cadena" /directorio – Busca recursiva.
    grep -n "texto" archivo.txt – Mostrar número da linha.
  • sede permitir substituir ou excluir texto Sem abrir o arquivo em um editor:
    sed 's/viejo/nuevo/g' archivo.txt – Substituir todas as ocorrências.
    sed -i 's/old_database/new_database/g' wp-config.php – Editar no local (tenha muito cuidado ao fazer isso).
  • awk é perfeito para colunas de processo (por exemplo, registros):
    awk '{print $1}' access.log – Extraia a primeira coluna (normalmente IP).
    awk '{print $1}' access.log | sort | uniq -c | sort -nr | head -10 – Seus 10 IPs mais ativos.

Embora possam parecer intimidantes à primeira vista, depois que você pegar o jeito dessas ferramentas... Você pode realizar análises em segundos que seriam um pesadelo em um editor..

Gestão de permissões, proprietários e segurança básica

O Linux é baseado em um sistema de permissões muito claro que permite que você controlar quem pode ler, escrever ou executar o quêIsso é crucial em ambientes multiusuário e, sobretudo, em servidores web.

ls -l: veja as permissões e os proprietários

Já mencionamos isso, mas vale a pena reforçar: ls -l Além de nomes de arquivos, ele te ensina também... permissões, proprietário, grupo e tamanhoUm exemplo típico:

-rw-r--r-- 1 usuario grupo 12345 Jan 1 12:34 archivo.txt
drwxr-xr-x 2 usuario grupo 4096 Jan 1 12:34 carpeta/

A primeira coluna diz o seguinte: tipo (- Arquivo, d diretório) e, em seguida, três conjuntos de permissões: usuário, grupo e outros (r leitura, w escrita, x execução).

chmod: alterar permissões

Com chmod Você ajusta as permissões de um arquivo ou pasta. Você pode fazer isso com notação numérica o simbólico:

  • chmod 755 script.sh – rwxr-xr-x (proprietário de tudo, o restante somente leitura/execução).
  • chmod 644 index.html – rw-r–r–, muito comum para arquivos da web.
  • chmod u+x backup.sh – Adicionar a opção de execução ao usuário.
  • chmod g-w archivo.txt – Remover a escrita do grupo.
  • chmod -R 755 directorio – Alterar permissões recursivamente.

Os valores numéricos são somados: 4 leituras, 2 escritas, 1 execuçãoÉ por isso que 7 = 4+2+1 (rwx), 6 = 4+2 (rw-), 5 = 4+1 (rx), etc.

chown e chgrp: proprietário e grupo

Além das permissões, cada arquivo possui um proprietário e um grupo associadoIsso permite, por exemplo, que o servidor web seja o proprietário dos arquivos que precisa servir.

  • chown usuario archivo.txt – Mudança de proprietário.
  • chown usuario:grupo archivo.txt – Alterar proprietário e grupo.
  • chown -R www-data:www-data /var/www/html – Típico em servidores Apache/Nginx em Debian/Ubuntu.
  • chgrp grupo archivo.txt – Alterar apenas o grupo.
  Sistema operacional Android: história, arquitetura e evolução

Quando você envia arquivos via FTP com um usuário e o servidor web (outro usuário) não consegue lê-los ou gravá-los, Quase sempre é possível corrigir isso com um chown ou chmod bem aplicado..

sudo: executar como administrador sem ser root

Comando sudo O comando (superuser do) é a maneira recomendada de executar tarefas administrativas sem fazer login diretamente como root, o que é perigoso.

Simplesmente Você coloca `sudo` antes de qualquer comando que queira executar com privilégios elevados.:

  • sudo apt update – Atualizar a lista de pacotes (Debian/Ubuntu).
  • sudo systemctl restart nginx – Reinicie o Nginx.
  • sudo useradd nuevo_usuario – Criar um usuário.

Será solicitada sua senha e, se seu usuário pertencer ao grupo correto, você executará o comando com privilégios de root. Isso impede que você seja Ter acesso root o tempo todo traz o risco de excluir ou modificar arquivos críticos acidentalmente..

Gestão de processos e desempenho do sistema

Quando algo está lento ou estranho, é hora de dar uma olhada. Quais processos estão em execução e como estão utilizando os recursos?Esses comandos são seus melhores aliados para isso.

ps, top e htop: veja o que está sendo executado

Comando ps Fotografe os processos que estão ocorrendo naquele momento. ps aux Você vê todos os processos do sistema, incluindo a atividade do usuário, o uso da CPU e da RAM, etc. Você pode filtrar com grep:

  • ps aux | grep nginx – Exibir somente os processos do Nginx.
  • ps -u usuario – Processos de um usuário específico.

Se você quer alguma coisa dinâmico, em tempo real, você usa top ou sua versão enriquecida com vitaminas. htop:

  • top – Lista os processos ordenados por uso da CPU e é atualizado.
  • Dentro do topo, você pode classificar por memória (M), matar processos (k, Etc.)
  • htop – O mesmo, mas com cores, barras de CPU, suporte para mouse, árvore de processos… em muitos sistemas, precisa ser instalado primeiro (sudo apt install htop ou similar).

Em um servidor de rastreamento, abra htop Geralmente, é o primeiro passo para ver O que está consumindo a CPU ou a RAM?.

kill e killall: encerram processos não autorizados.

Se um processo travar ou for iniciado e não responder, você pode interrompê-lo com kill o killall.

  • kill 1234 – Enviar o sinal TERM (15) ao processo com PID 1234, pedindo-lhe que termine “silenciosamente”.
  • kill -9 1234 – Sinal KILL (9), encerra o processo imediatamente; use-o como último recurso.
  • killall nombre_proceso – Encerrar todos os processos que tenham esse nome, por exemplo killall php-fpm.

A maneira usual de localizar o PID é com ps o top e então passe-o para um kill Com cuidado. Se não obedecer, então puxe o -9.

df e du: controlando o espaço em disco

Quando um servidor fica sem espaço, Tudo começa a dar errado.Bancos de dados que não podem ser gravados, logs que não crescem, serviços que travam constantemente. Para monitorar isso, você usa df y du.

  • df -h – Mostra o espaço usado e o espaço livre em cada sistema de arquivos montado, em um formato legível.
  • df -h /var – Informações apenas dessa partição.
  • du -sh /var/www/* – Tamanho de cada projeto web dentro desse percurso.
  • du -h --max-depth=1 / – Quais diretórios raiz ocupam mais espaço?

Um comando muito prático para localizar. as pastas mais pesadas é algo como du -h --max-depth=1 /var | sort -hr | head -5, que lista os cinco maiores, ordenados do maior para o menor.

Comandos essenciais de rede

Assim que você começar a trabalhar com servidores, domínios e tráfego web, precisará saber Se houver conectividade, qual é o seu endereço IP, quais portas estão abertas e como o seu site está respondendo?.

ip, ifconfig, ping e rota

Sistemas modernos, o comando estelar é ip, Especialmente ip a (o ip addr), que exibe todas as interfaces de rede, seus IPs, status, etc. Onde anteriormente era usado ifconfigHoje é recomendado ip, Embora ifconfig Ainda existe em muitos sistemas através de pacotes. net-tools.

  • ip a – Todas as interfaces e IPs.
  • ip addr show dev eth0 – Detalhes de uma interface específica.
  • ping google.com – Verifique se você resolveu o problema e chegou ao Google, mostrando os horários.
  • ping -c 4 8.8.8.8 – Envie apenas 4 pacotes para esse endereço IP.
  • route -n o ip route show – Tabela de rotas, para ver de onde vem o tráfego.

Se um servidor "não estiver visível", os primeiros passos são sempre Faça ping no domínio, faça ping no endereço IP, verifique o endereço IP do servidor e seu gateway. com ip route.

netstat/ss e curl: portas abertas e resposta HTTP

Para ver o quê Quais portas estão abertas e quais processos estão em execução? Neles, você tem netstat (clássico) e ss (moderno, mais rápido):

  • ss -tuln – Portas TCP/UDP em modo de escuta sem resolução de nomes.
  • ss -tlnp | grep :80 – Há algum ruído sendo ouvido no porto 80?
  • netstat -tuln – Equivalente em sistemas que o possuem.

Para testes rápidos como um site responde a partir do próprio servidor, nada como curl:

  • curl -I https://tu-dominio.com – Somente cabeçalhos HTTP (código de status, servidor, etc.).
  • curl https://tu-dominio.com – Baixe o HTML bruto.

combinando ping, ip, ss e curl Você pode diagnosticar praticamente qualquer problema básico de conectividade ou interrupção de serviço.

Gerenciamento de pacotes: instalação, atualização e limpeza de software.

Cada família de distribuições Linux tem suas próprias características. gerenciador de pacotesDominá-lo permite que você Instale e atualize softwares sem se preocupar com arquivos binários manuais..

apt e apt-get no Debian/Ubuntu

Em Debian, Ubuntu e derivados, o padrão é apt (ou sua versão clássica) apt-get):

  • sudo apt update – Atualizar a lista de pacotes disponíveis.
  • sudo apt upgrade – Atualize todos os pacotes instalados para a versão mais recente.
  • sudo apt install nombre_paquete – Instalar um ou mais pacotes.
  • sudo apt remove nombre_paquete – Desinstale o pacote, mas mantenha sua configuração.
  • sudo apt purge nombre_paquete – Apaga tudo, inclusive as configurações.
  • sudo apt autoremove – Remover dependências que não são mais utilizadas.
  Análise de despejo de memória e kernel em sistemas Windows e Unix

Você também tem apt-cache ou diretamente apt show prevenir Ver informações do pacote, suas dependências e versões:

  • apt show nginx
  • apt search php

yum/dnf e pacman: outras famílias

Em sistemas baseados em Red Hat, como CentOS ou RHEL, você terá yum ou seu sucessor dnf:

  • sudo yum install httpd – Instale o Apache.
  • sudo dnf update – Atualize tudo para as versões mais recentes.

No Arch Linux e derivados, o gerenciador é pacman:

  • sudo pacman -S gimp – Instale o GIMP.
  • sudo pacman -Syu – Sincronizar e atualizar o sistema.

Mesmo que a sintaxe mude, A filosofia é a mesma.Atualizar índices, instalar pacotes, removê-los e limpar dependências remanescentes.

Comprimir, descomprimir e transferir arquivos

O gerenciamento de arquivos grandes ou conjuntos de arquivos é bastante simplificado com comprimidos comprimidos e com utilitários de download e cópia remotos.

alcatrão, zíper/abrir zíper: embalagem e compressão

Comando tar É o padrão no Linux para criar e extrair arquivos. tarballs (arquivos .tar, .tar.gz, .tar.bz2, etc.):

  • tar -czvf backup.tar.gz carpeta/ – Crie um arquivo .tar.gz compactado com gzip.
  • tar -xzvf backup.tar.gz – Extraia o conteúdo.
  • tar -tzvf backup.tar.gz – Liste o conteúdo sem remover nada.

As bandeiras mais comuns são c (criar), x (extrair), t (listar), v (detalhado), f (arquivo), z (gzip), j (bzip2), J (xz).

Trabalhar com Arquivos ZIP (muito comum em ambientes Windows) você tem zip y unzip:

  • zip archivo.zip fichero1 fichero2
  • unzip archivo.zip

wget, curl e scp: baixar e copiar entre máquinas

Além de navegar com curl, você pode usar wget Para baixar arquivos via HTTP ou FTP:

  • wget https://wordpress.org/latest.zip – Baixe a versão mais recente do WordPress.
  • wget -c URL – Retomar um download interrompido.

Pára Copie arquivos com segurança entre seu computador e um servidor. via SSH você tem scp:

  • scp archivo.txt usuario@servidor:/ruta/destino/ – Carregar um arquivo.
  • scp -r carpeta usuario@servidor:/ruta/ – Copia uma pasta recursivamente.
  • scp usuario@servidor:/ruta/archivo.txt ./ – Baixar do servidor.

Por trás de tudo isso está o SSH, que também é o que você usa para conectar ao terminal remoto (comando ssh usuario@servidor).

Automação, história e pequenos truques de produtividade

Depois de dominar o básico, o próximo passo é começar... Combine comandos e automatize tarefas repetitivas.É aqui que o Linux realmente começa a brilhar.

História, pseudônimos e qual: atalhos e referências rápidas

Com history Você pode visualizar os últimos comandos executados e reutilizá-los sem precisar escrevê-los novamente:

  • history – Lista com número da linha.
  • !255 – Execute o comando número 255 novamente.

Pára Criar atalhos temporários é alias:

  • alias ll="ls -lah" – Daqui ll equivalente a ls -lah.
  • unalias ll – Remova o alias.

E se você quiser saber onde um programa está instalado E qual executável está sendo chamado, você está usando? which:

  • which php – Mostre o caminho para o PHP, por exemplo. /usr/bin/php.
  • which -a python – Todas as correspondências no CAMINHO.

Redirecionamentos e pipes: combinando comandos como um profissional

O verdadeiro poder da linha de comando vem do poder corrente pequenas ferramentasIsso é feito com dutos (|) E redireciona (>, >>, 2>, Etc.)

  • comando1 | comando2 – A saída de comando1 entra como uma entrada em comando2.
    Exemplo: ls -la | grep ".php" – Listar apenas os arquivos que contêm “.php”.
  • ls > listado.txt – Salvar o resultado em um arquivo (sobrescrever).
  • echo "línea" >> archivo.txt – Adicionar ao final de um arquivo.
  • comando > todo.log 2>&1 – Redireciona a saída normal e os erros para o mesmo arquivo.
  • comando &> /dev/null – Enviar tudo para o “buraco negro”.

Com isso você pode fazer coisas incríveis, como contagem de erros 404 em um registro com um comando como grep " 404 " access.log | wc -lum limpar arquivos antigos com find y -delete.

Se você chegou até aqui, já possui um mapa bastante completo dos comandos básicos (e não tão básicos) do Linux. que são usados ​​diariamente na administração de sistemas, desenvolvimento e hospedagem: desde navegar por diretórios, gerenciar arquivos, permissões e processos, até monitorar a rede, instalar pacotes e automatizar tarefas combinando comandos com pipes e redirecionamentos; de agora em diante, toda vez que você abrir um terminal, ele não será mais uma tela preta intimidante e se tornará uma ferramenta para trabalhar mais rápido e com mais controle do que com qualquer interface gráfica.

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